Economia
Com esse resultado, a indústria contabiliza redução de 13% na receita dos embarques no sétimo mês do ano, e já vislumbra dificuldades para o segundo semestre
De janeiro a julho deste ano, as exportações brasileiras de calçados apresentaram um acréscimo de 15,2% em volume exportado, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este ano, foram embarcados 89 milhões de pares contra 77,3 milhões no ano passado.
O setor de componentes brasileiros comemora os resultados positivos dos cinco primeiros meses de 2010. Neste período, o SISINFO – Sistema de Informações da Assintecal – registrou um aumento de 3,16%, em relação ao mesmo período do ano passado. Este valor representa um total de vendas de US$ 408.584.476,00 no setor de componentes para couro, calçados e artefatos.

Desembarcando 31 milhões de pares de calçados, Estado registrou avanço de 47,2% no setor.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, órgão do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, as exportações de couros durante o mês de maio atingiram US$ 156 milhões, um crescimento de 73% em comparação com maio do ano passado, mas 2% inferior ao patamar dos US$ 159 milhões atingido nos meses de abril e março do ano em curso.
Vendas externas em abril cresceram 97% ante o mesmo mês de 2009. No primeiro quadrimestre, a indústria exportou US$ 555,95 milhões, aumento de 80% em receita e 33% em volume, ante o período anterior
Entre os estados exportadores, São Paulo continua liderando os embarques de couro no país.
Vendas externas em março cresceram 101% ante o mesmo mês de 2009. No primeiro trimestre, a indústria exportou US$ 395,85 milhões, aumento de 74% em receita e 32% em volume, ante o período anterior.
As exportações brasileiras de couros movimentaram US$ 393 milhões nos três primeiros meses deste ano, registrando um aumento de 73,9% em relação ao mesmo trimestre de 2009. O cálculo é do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base na prévia da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A maioria das indústrias brasileiras avalia de forma negativa o regime de substituição tributária no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), revelou uma pesquisa divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento, 58,2% das empresas rejeitam a mudança.
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